Prorrogada a Chamada para o ebook Mídias Sociais e as Eleições Brasileiras de 2010

A PaperCliQ, juntamente com Nina Santos e Ruan Carlos Brito, convidam você a escrever artigo para publicação em e-book sobre Mídias Sociais e as Eleições Brasileiras de 2010. Este será o segundo ebook publicado pela PaperCliQ. O primeiro, que se chamará #MidiasSociais: Perspectivas, Tendências e Reflexões está sendo diagramado e será lançado em setembro.

Entre os convidados e autores que farão parte deste ebook sobre eleições e mídais sociais, estão profissionais relevantes das áreas de Comunicação, Mídias Sociais e Marketing Eleitoral: Alon Feuerwerker, Carlos Manhanelli, Danila Dourado, Gil Castilho, Kadu Ciarlini, Larissa OliveiraMarcel Ayres, Martha Gabriel, Nina Santos, Renata Cerqueira, Ruan Brito, Tarcízio Silva, Thiago Araújo dentre outros. E você também poderá participar!

Envie a sua proposta de artigo sobre a utilização de mídias sociais nas eleições de 2010. Serão selecionados mais 10 artigos, enviados por proponentes de qualquer formação, local ou profissão. As eleições deste ano representam um avanço histórico na utilização de ferramentas online. Não deixe de registrar, em nosso e-book, o seu próprio olhar sobre este processo.

Para participar, basta nos enviar uma proposta sobre o que você quer escrever, em até 300 palavras, explicando o tema a ser abordado, o recorte deste tema e a estrutura básica do artigo.

Formato da Proposta / Resumo
- Enviar em .doc ou .rtf
- Até 300 palavras, explicando: tema, recorte e estrutura básica do artigo [o artigo deve ser inédito]
- Minicurrículo com até 100 palavras- Alguns temas que podem ser abordados: uso de mídias sociais em campanhas; apropriação de conteúdos relacionados a campanhas por usuários de mídias sociais; redes, blogs, fóruns e plataformas online em geral voltadas ao tema eleitoral; movimentos virais relacionados às eleições; geolocalização e usos eleitorais de dispositivos móveis (celulares e smartphones); dentre outros.
- Os artigos finais devem ser produzidos apenas depois do aceite.

Enviar para:
ninocasan@gmail.com

Prazos:
Submissões de resumos: até o dia 12.09.2010
Resultado da seleção: 17.09.2010

Formato do Artigo Final:
- Deverá ter de 1200 a 3000 palavras (outros detalhes serão enviados para os proponentes selecionados).
- Envio do artigo final das propostas selecionadas: 30.11.2010

Produção:
Nina Santos + Ruan Carlos Brito + PaperCliQ

Prévia da capa do ebook #MídiasSociais: Perspectivas, Tendências e Reflexões

O ebook #MidiasSociais: Perspectivas, Tendências e Reflexões, organizado pela PaperCliQ e Danila Dourado está em produção e, pra dar um gostinho, apresentamos uma prévia da capa. Para quem não acompanhou, o ebook é composto de artigos de diversos profissionais e pesquisadores: Alba Calvillo, Ana Terse, Antonio W. Novaes, Carol Terra, Danila Dourado, Gilber Machado, Henrique Puccini,  Ivan Botero, Izabela Domingues, Marcel Ayres, Marcela Cunha, Mariana Oliveira, Marlon Costa, Mirna Tonus, Nina Santos, Nino Carvalho, Pascual Drake, Patrícia Moura, Renata Cerqueira, Rosário Pompéia e Tarcízio Silva.

O ebook será composto por sete seções: Primeiros Passos; Inteligência Competitiva; Política e Eleições; Educação; Economia; Novas Tecnologias; e Ambiente Corporativo. Será lançado em breve, aguarde! Enquanto isso, confira a chamada para o próximo ebook, sobre mídias sociais e eleições.

Geolocalização e privacidade: Facebook Places

O Facebook Places é uma ferramenta de geolocalização lançada no último dia 18,  posicionando a maior rede social da Web em um setor de mercado que já conta com nomes como o Foursquare e o Gowalla. A ferramenta permite que um usuário compartilhe onde está e o que está fazendo – por padrão, apenas com sua lista de amigos, mas é possível configurar o Facebook Places para compartilhar estas informações com qualquer pessoa. A novidade retoma a discussão sobre a privacidade no Facebook, por permitir a divulgação de informações bastante pessoais sobre o cotidiano de seus usuários.

De acordo com Ana Yang, uma das responsáveis pela marca Facebook Places, o Facebook encoraja seus usuários a controlarem suas listas de amigos, inibindo a difusão de informações muito pessoais a desconhecidos. Sobre o Facebook Places, ela afirma que “pessoas já estavam compartilhando suas localizações no Facebook, então nós tentamos fazer com que isto fosse mais fácil, mais consistente e mais social”. De fato, tanto no Facebook como em outras mídias sociais,  é comum encontrar informações a respeito dos locais frequentados por seus usuários, e sob que circunstâncias.

Toda esta informação, entretanto, pode “prover uma imagem detalhada de sua vida”, como afirma o jurista Kurt Opsahl. Ainda de acordo com Kurt, pode ser que, “por razões pessoais e profissionais, seja melhor não partilhar informações sobre sua localização” com seus amigos do Facebook. É preciso ter em mente, portanto, que é preciso refletir sobre aquilo que se compartilha no Facebook Places, pois toda informação pode atingir usuários indesejados – quer seja diretamente, quer seja via replicação por um amigo para desconhecidos.

Ferramentas de geolocalização têm se mostrado úteis, especialmente por facilitarem o encontro entre pessoas com interesses em comum, refletidos pelos lugares que frequentam. A polêmica hoje não gira em torno da finalidade dessas ferramentas, mas sim em torno dos poucos mecanismos disponibilizados por elas para que seus usuários possam ter um controle maior daquilo que divulgam. O Facebook Places, por exemplo, tem um recurso denominado “Aqui no momento” que, de acordo com a página do serviço e um artigo da Infoworld/EUA, traduzido para o IDG NOW!, permite que um usuário saiba quais pessoas entraram em locais próximos a onde ele está, independentemente de serem seus amigos. A opção é padrão e não pode ser ajustada para uso exclusivo entre amigos. Ela pode, no máximo, ser desativada.

Em menos de duas semanas, a privacidade no Facebook Places já foi discutida em mídias importantes, como o The Guardian e, nacionalmente, o Uol. Como outros produtos do Facebook, a ferramenta provavelmente ainda motivará muitos artigos e discussões.

Os novos debates sobre a neutralidade da rede

A neutralidade da rede é um assunto que tem estado em pauta nas últimas semanas nos blogs e portais de notícias. As discussões em torno do tema citam nomes de grandes empresas, como o da Google, e de grandes figuras públicas, como o do presidente Barack Obama. Mas do que trata, basicamente, esta discussão que tem causando movimentação até na Câmara de Representantes dos Estados Unidos?

A neutralidade da rede é um dos fundamentos que rege a internet desde os seus primórdios. Apesar do termo soar como linguagem própria de especialistas, o princípio é bastante simples: todos os dados que circulam na web devem ser tratados da mesma maneira. Isso garante, por exemplo, a tão defendida liberdade da internet, pois só desta forma qualquer usuário é capaz de acessar qualquer conteúdo na rede. Uma vez que certos pacotes de dados ganham prioridade em detrimento de outros, este princípio é perdido. E esta pode ser uma realidade bem próxima.

Grandes empresas de telecomunicações, além de provedoras de internet, têm discriminado os tipos de acesso na rede ao defenderem certas prioridades para certos usuários. Aqueles que pagarem por serviços extras às empresas trafegariam por uma “linha premium” da web- mais rápida e com mais privilégios do que aqueles que não pagarem. Desta forma, a rede estaria dividida em duas “pistas”: uma lenta, por onde a maioria dos usuários transitariam, e outra veloz, que se tornaria uma espécie de espaço de luxo, já que poucos vão poder pagar por tais serviços.

No início deste ano foi proposta nos Estados Unidos uma emenda à Lei de Comunicação do país que propõe a preservação da liberdade na Internet. Tanto a comissão reguladora do mercado de telecomunicações dos EUA, a Federal Communications Commission, quanto o próprio presidente Barack Obama, já se posicionaram à favor da neutralidade da rede. Mas, apesar de todos estes avanços na terra do Tio Sam, a coisa parece estar mudando: neste mês de agosto, a Google, empresa defensora do princípio da neutralidade que costumava ser, ao lado da operadora de internet Verizon, defenderam uma proposta que previa o bloqueio de conteúdo em redes sem fios por parte dos provedores.

A empresa Google e o presidente Barack Obama são alguns dos envolvidos no debate

Mas, na via oposta, existem empresas que vestem a bandeira do movimento. No Brasil, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) defendeu em pleno congresso da Associação Nacional de Jornais (ANJ) a regulamentação da debatida neutralidade. Mas aqui, nas Américas, apenas o Chile já tornou a neutralidade da rede lei. Isso significa que por lá toda a população tem garantia de acesso a qualquer conteúdo da rede.

O argumento das grandes corporações que se opõem à neutralidade da rede é o de que o fundamento visa, na realidade, regulamentar a internet. Ou seja, a liberdade na web também aparece no discursos destas empresas, mas de maneira antagônica ao discurso dos que defendem uma rede neutra. E para contornar os protocolos da neutralidade, milhões são investidos pelas empresas em lobby e até em mobilizações próprias.

O resultado do fim da neutralidade da rede é uma internet dominada apenas por grandes empresas já consolidadas. Os novos empreendimentos não teriam vez em um cenário só que favorece quem pode pagar mais. Além disso, os provedores dariam preferência a determinados conteúdos e poderiam até bloquear sites na íntegra, como você pode ler nesta matéria.

Para saber mais sobre neutralidade de rede, veja:

O portal Read Write Web publicou recentemente um infográfico, produzido pela Online Schools, muito completo sobre o tema.

A sessão de tecnologia do portal online The Guardian publica toda semana uma conversa promovida entre especialistas para tratar de determinados assuntos. Vale a pena conferir o da semana passada: um dos temas deste podcast foi justamente o discutido aqui neste post.

Visite o site do Save The Internet, organização que lidera a causa da neutralidade da rede.

Leia também sobre o assunto aqui e aqui.

Redes Sociais Corporativas

Apresentação sobre Redes Sociais Corporativas como suportes para inovação, engajamento, colaboração, visibilidade e integração.

Grupo de Estudos da PaperCliQ: Monitoramento de Marcas e Conversações

Ontem (21-08) ocorreu o primeiro encontro do Grupo de Estudos da PaperCliQ. O GEPIQ é um evento que projetamos aqui para permitir que ainda mais conhecimento seja produzido e circule na agência. Funciona de um jeito bem simples. Periodicamente (mensal no momento) toda a equipe se encontra pra discutir um determinado tema. Cada um prepara anterioremente uma apresentação em slides e mostra para os colegas um sub-tema. Então se configura o debate, ideias são trocadas,  experiências compartilhadas e todos se aperfeiçoam. Além disso, os slides são publicados online, permitindo que o debate ultrapasse as fronteiras da agência e o mercado também se beneficie.

Grupo de Estudos da PaperCliQ Grupo de Estudos da PaperCliQ Grupo de Estudos da PaperCliQ Grupo de Estudos da PaperCliQ Grupo de Estudos da PaperCliQ Grupo de Estudos da PaperCliQ Grupo de Estudos da PaperCliQ Grupo de Estudos da PaperCliQ Grupo de Estudos da PaperCliQ Grupo de Estudos da PaperCliQ Grupo de Estudos da PaperCliQ Grupo de Estudos da PaperCliQ Grupo de Estudos da PaperCliQ

Neste primeiro encontro debatemos Monitoramento de Marcas e Conversações. É um tipo de serviço de inteligência que a PaperCliQ oferece desde seu nascimente e hoje está em pauta devido ao boom de demanda por causa das eleições. Nosso SlideShare já possui uma descrição do serviço monitoramento e dois exemplos (política e educação). Nesse encontro vários sub-temas foram discutidos e já publicamos cinco das apresentações, com os temas: Diferenças nas Conversações e Conteúdos; Boca-a-Boca na Web; Visualização da Informação; Defesa de MarcaAnálise de Sentimento; e Inteligência Competitiva.

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