Twitter mostra quais foram os assuntos que renderam mais Tweets por segundo em 2011
O Twitter está fechando 2011 com inciativas que demonstram como esta mídia esteve presente em diferentes momentos da vida dos seus usuários, desde casos triviais, até os mais relevantes. No site, Year in Review é possível ver os tópicos mais populares, histórias mais compartilhadas, personalidades etc. que marcaram 2011. Abaixo, segue uma lista com os assuntos que receberam mais Tweets por segundo neste ano:
Clique na Imagem para Ampliar
Infográfico – Dados sobre o Facebook Ads
No último post do Pamorama, a blogueira Pam Dyer publicou um infográfico da Flowtown acerca da plataforma de publicidade do Facebook. Hoje, com cerca de um bilhão de membros, o Site de Rede Social se torna, a cada dia, uma bela plataforma de marketing, capaz de alcançar usuários de diferentes formas: por idade, localização, até mesmo interesses – permitindo que os esforços de marketing sejam ainda mais assertivos e otimizados.
O infográfico da Flowtown nos mostra alguns dados dessa plataforma de mídia online, tais como:
- Hoje, o custo por clique (CPC) da publicidade de saúde, beleza, cosméticos etc. é o mais caro (US $ 1,27), enquanto o de e-commerce é o mais barato (US $ 0,31).
- Ainda segundo a pesquisa, nos EUA, para obter 300 mil fãs em uma página no Facebook, seria necessário gastar cerca de US $ 320.000,00 em anúncios. Veja mais na imagem abaixo:
Fonte: Pamorama
Conheça a nova interface do Youtube Analytics
Não foi só o Facebook que resolveu dar um upgrade em sua ferramenta de webanalytics, o antigo Youtube Insights, agora conhecido como Youtube Analytics, também mudou e apresenta diversas opções para a mensuração de resultados e representações gráficas dos dados coletados nesta mídia. Abaixo, seguem algumas das principais mudanças:
1. Interface com identidade visual do novo Youtube:
2. Relatórios de Visualizações
Na aba de Relatórios de Visualizações, os usuários terão acesso a 5 grupos de dados (em sua maioria, dados que nos remetem a indicadores de desempenho como alcance e adequação):
a) Visualizações – Apresenta dados quantitativos de visualizações ao longo do tempo, através de gráfico de linha (Volume x Tempo) ou Mapa (Localização geográfica), sendo possível customizar o período de análise (Data).
b) Informações Demográficas – Dados sobre idade e gênero dos usuários (logados) que visualizaram os vídeos do canal. Também é possível obter o cruzamento dos dados de idade e gênero por localização geográfica.
c) Locais de Reprodução -Nesta aba, o usuário tem acesso aos dados referentes às páginas e/ou sites nos quais os vídeos do canal avaliado foram vistos.
d) Origens do Tráfego – Aqui o usuário pode investigar quais foram as formas que levaram o espectador a encontrar os vídeos do canal, desde visualizações que ocorreram no Youtube (Vídeo Sugerido no Youtube, Pesquisa do Youtube etc.), fora do Youtube (pesquisa do google, site externo etc.).
e) Retenção do Público – Em Retenção do Público, o Youtube fornece dois dados: 1) Retenção absoluta do público (refere-se às visualizações de cada momento do vídeo como uma porcentagem do número de visualizações do início do vídeo. Assistir novamente a uma parte específica do vídeo elevará o nível do gráfico (talvez acima de 100%), enquanto avançar ou abandonar o vídeo causará queda no gráfico). 2) Retenção Relativa do Público (A retenção relativa de público mostra a capacidade de seu vídeo de manter espectadores durante a exibição em comparação com todos os vídeos do YouTube de duração semelhante. Quanto maior o gráfico em determinado momento, maior o número de espectadores que assistiram a seu vídeo durante os segundos anteriores, em comparação com outros vídeos no mesmo momento da exibição. Assistir novamente a uma parte específica do vídeo elevará o nível do gráfico, enquanto avançar ou abandonar o vídeo causará queda no gráfico).
3. Relatórios de Envolvimento
Os relatórios de envolvimento, por sua vez, levam em consideração dados que podem remeter, em geral, a indicadores de desempenho relacionados ao engajamento e influência. Nesta aba, o Youtube apresenta 5 grupos de dados que podem ser vistos em gráficos de linha (volume x tempo) ou através da opção Mapa (com a localização geográfica):
a) Inscritos - dados acerca dos assinantes obtidos ao longo de um determinado período (ou seja, número total de vezes que os usuários se inscreveram neste canal para o período e a região selecionados) e inscritos (número total de vezes que os usuários cancelaram inscrições neste canal para a faixa de data e região selecionadas).
b) Gostam e Não Gostam – Esta aba permite verificar, de forma prática, a taxa de “Gostei” e “Não Gostei” recebidos ao longo do tempo. É possível verificar dados globais do canal ou verificar vídeo por vídeo.
c) Favoritos – É possível acompanhar o número de favoritos adicionados e removidos, possibilitando uma análise qualitativa dos vídeos e do canal.
d) Comentários – Quantidade de comentários recebidos, ao longo de um determinado período, no canal e nos vídeos (individualmente), permitindo uma comparação na taxa de engajamento dos materiais publicados.
e) Compartilhamento – Quantidade de compartilhamentos realizados, ao longo de um determinado período. Também é possível averiguar individualmente a quantidade de compartilhamentos de cada vídeo.
Ps.: Para quem deseja realizar cruzamentos e/ou avaliações fora da ferramenta, o Youtube Analytics possui a opção de exportação de todos os dados coletados através do botão “Download Report“.
Tomando decisões nos Negócios através da Análise de Dados nas Mídias Sociais
David Armano, em co-produção com Chuck Hemann da Edelman Digital, resolveram fazer uma reflexão com base no seguinte questionamento: o que fazer após ouvir? Sabemos que, com base nos dados que coletamos/monitoramos diariamente nas mídias sociais, por exemplo, devemos tomar decisões (seja para o marketing pessoal ou para organizações). Contudo, antes de tomá-las, temos que compreender o significado desses dados e suas especificidades: visitações, conversões, buscas, entre outros. O importante, segundo Armano, é investigar continuamente os rastros digitais que usuários/clientes estão deixando e, com base nisso, decifrar as pistas para as tomadas de decisão de curto, médio e longo prazo.
O fato é que, com o crescimento do uso das mídias sociais, temos uma grande quantidade de dados (rastros digitais) que podem ser acompanhados, não só de forma passiva e para ações reativas, mas, também de forma ativa, para a utilização em planejamentos estratégicos, desenvolvimento de produtos e serviços etc. Pensando nisso, Armano e Hemann, pensaram em dois modelos que representam processos de monitoramento com base na análise de dados nas mídias sociais.
O primeiro modelo, utilizado para tomadas de decisões de médio e longo prazo, é um processo linear e que envolve várias semanas (até mesmo meses) para ser executado completamente. Com este modelo, podemos: coletar dados sobre a nossa marca, concorrentes e categoria, desenvolver idéias que informam uma estratégia e/ou táticas. É importante ter em mente que insights derivados de conversações podem ser aplicados também fora das mídias sociais, ou seja, as principais lições aprendidas podem ser aplicadas de maneira integrada com outros meios de comunicação (on e offline). Em seguida, esses dados servirão como base para o planejamento e, por fim, para a mensuração de resultados. Ou seja, é um processo contínuo dentro de uma gestão de mídias sociais:
Modelo “Listening for Program Planning” (Modelo de monitoramento para o desenvolvimento de planejamento estratégico).
Já o segundo modelo, tem como objetivo utilizar as informações coletadas através das conversações nas mídias sociais (sobre uma pessoa, marca, concorrentes, categoria etc.) para fomentar o desenvolvimento de conteúdos e relacionamentos em tempo real (tomadas de decisão de curto e médio prazo). A diferença desse modelo, em relação ao primeiro, é o timming e o uso dos dados – estamos ‘ouvindo’ as conversas com a intenção de difundir ideias coletadas, servindo de base para diferentes partes de uma organização: incluindo CRM, recursos humanos, entre outros. Depois que o analista determinou para qual parte da organização a conversa coletada será relevante, chega o momento de passar as informações para a equipe de conteúdo e relacionamento se comunicar de forma assertiva com o público de interesse. Este ciclo é mais condensado que o modelo anterior e, geralmente, abrange dias ao invés de semanas e meses. Veja abaixo:
Modelo “Listening for Real-Time Content Development” (Modelo de monitoramento para o desenvolvimento de conteúdo em tempo-real).
No final do texto, Armano questiona: qual destes modelos é melhor para você ou sua empresa? No final das contas, o autor diz que ambos os modelos são importantes e que, em muitos casos, as organizações/profissionais acabam adotando uma combinação deles. O ponto-chave da prática é a interpretação dos dados, gerando insights para a organização – se estamos minerando dados de consumo em uma conversa, precisamos pensar na organização como um todo e saber identificar, por exemplo, como essa informação pode beneficiar o planejamento de produto/serviço, o atendimento, ou mesmo as estratégias de marketing etc.
Concluindo, Armano aponta que as práticas de monitoramento de conversações estão em constante desenvolvimento e dão início a uma forte integração entre a coleta de “dados sociais” com a inteligência de negócios. Isso significa que as tomadas de decisões nas empresas passam, cada vez mais, a ser baseadas menos em ‘achismos’ e, sim, em informações geradas a partir da interpretação e análise dos dados coletados através, por exemplo, das conversas em ambientes de sociabilidade online (ex.: Twitter, Facebook, Youtube, Blogs etc). Um exemplo disso é o projeto Walmart Labs, que está fazendo experiências com conversas online, analisando tendências no Twitter para, com isso, entender como melhorar o posicionamento e o estoque de produtos em suas prateleiras - http://www.walmartlabs.com/
E no Brasil, será que as empresas estão realizando os processos acima apontados por Armano? ou ainda é uma realidade distante? Qual é a sua opinião?
Fonte: Logic + Emotion (David Armano)
Entendendo o ciclo do ROI nas Mídias Sociais
Um dos temas que, vez ou outra, sempre está em pauta nos blogs/sites sobre Mídias Sociais é o Retorno sobre Investimento (ROI). O Blog Mindjumpers, frequentemente, aborda este tema e, em 2011, já escreveu um post sobre como mensurar esse retorno, além de publicar um infográfico com diversas informações relacionadas a esta prática.
Recentemente, em um post de Charu Dwivedi, o blog publicou um ciclo de mensuração do ROI desenvolvido por Jamie Truner, Chefe de Conteúdo do 60 Second Marketer e autor do livro How to Make Money with Social Media. Jamie divide o ciclo do ROI em três estágios que são fundamentais no processo: 01) Lançamento; 02) Gerenciamento; 3) Otimização. Lembrando que estes ciclos servem como um guideline (mas não são engessados) para compreendermos pontos importantes na análise do retorno do investimento.
Estágio 01 – Lançamento
- O principal objetivo nesta fase é criar/construir a presença online da empresa/marca nas Mídias Sociais;
- Durante a fase de Lançamento é importante concentrar a atuação da marca/empresa nas mídias em destaque, as chamadas de “Big Four”: Linkedin, Facebook, Twitter e Youtube.
- A depender do negócio, os esforços de comunicação podem ser concentrados em outras mídias como: Blogs, Newsletter, Flickr, Slideshare e/ou outras plataformas.
- Essa é a fase na qual os consumidores/clientes irão conhecer e ter a “sensação” da marca. É importante que essa base inicial seja bem construída, evitando retornar para ela posteriormente.
Estágio 02 – Gerenciamento
- Durante esse estágio, cerca de 60% dos esforços da empresa estão focadas nas principais mídias sociais, selecionadas no primeiro estágio.
- Cerca de 10% está no esforço criativo e de desenvolvimento, 20% em medir/analisar dados quantitativos como tráfego, inbound links, Likes no Facebook, etc., e cerca de 10% dos esforços estão em analisar dados qualitativos, tais como o sentimento da marca, resultados de surveys e pesquisas com os clientes.
- O principal objetivo da marca nesta fase é conquistar os clientes/usuários, criando uma conexão com a marca.
- Idealmente, isso significa comprar algo, mas também pode ser: realizar um download de um whitepaper, curtir uma página no Facebook, responder a pesquisas da empresa, etc., ou qualquer outra evidência mensurável que está conectando com sua marca. Nesta fase, isso pode ser encarado como um Retorno sobre Investimento.
Estágio 03 – Otimização
- Cerca de 25% do foco, nesta fase, está na gestão das principais mídias sociais e cerca de 30% está igualmente dividido em esforços de criação/desenvolvimento e de mensuração de dados quantitativos e qualitativos.
- Outros 25% dos esforços da empresa se concentram em otimizar a conversão das campanhas.
- Essa é a fase na qual as empresas começam a avaliar o “tempo de vida” dos clientes e começam a comparar com o custo de aquisição de novos clientes.
Portanto, em cada etapa da presença de uma marca nas mídias sociais, é possível calcular o retorno, contudo, vale lembrar que estes retornos não são apenas quantitativos e/ou financeiros. Na fase de lançamento, o foco está em estabelecer a presença de sua marca/empresa e a relação com os clientes/usuários (criando uma linha de atuação, tom, abordagem), enquanto nas fases posteriores (gerenciamento e otimização) é importante compreender campanhas em andamento e o custo de aquisição de novos clientes/usuários para estabelecer novas conexões.
Outros materiais sobre mensuração nas Mídias Sociais: clique aqui























